Pena máxima para seis arguidos acusados de matar empresário de Braga

Seis arguidos acusados de matar um empresário de Braga e de dissolver o corpo em 500 litros de ácido sulfúrico, em 2016, foram condenados à pena máxima prevista pelo sistema jurídico português: 25 anos de prisão. A sessão de julgamento decorreu no Tribunal São João Novo, no Porto.

Um sétimo arguido foi condenado a uma pena de multa, apenas por posse ilegal de armas.

Os restantes dois arguidos, com envolvimento menos gravoso no caso, foram condenados a penas suspensas: de um ano e dez meses, num caso, e de cinco anos, noutro.

Recorde-se que, em novembro,  o procurador do Ministério Público (MP) pediu a pena máxima para os sete membros que mataram o empresário João Paulo Fernandes. A acusação considerou o crime como “violento e cruel” e de “elevadíssima ilicitude”.

Na altura, o procurador disse que os suspeitos planearam a morte com “muitos meses de antecedência”, o que revela “a sua personalidade desviante”.

De acordo com a acusação do MP, aqueles sete homens “organizaram-se entre si, criando uma estrutura humana e logística com o propósito de sequestrar um empresário de Braga, de o matar e de fazer desaparecer o seu cadáver”.

Com isso, pretendiam “impedir de reverter um estratagema” mediante o qual o património dos pais da vítima fora passado para uma sociedade controlada por dois dos arguidos, refere a acusação.

[Notícia em atualização]

Categorias: DESTAQUE,Portugal

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