Trump ganhou as presidenciais de novembro de 2016 com a maioria dos votos dos grandes eleitores, mas a candidata democrata Hillary Clinton obteve mais votos populares, cerca de três milhões. “Apesar das provas substanciais de fraude eleitoral, vários estados recusaram fornecer à comissão presidencial sobre integridade eleitoral as informações elementares”, que tinham sido pedidas, lamentou Trump, em comunicado “Ao invés de me lançar numa batalha jurídica sem fim e às custas do contribuinte, assinei hoje [quarta-feira] um decreto para extinguir a comissão e pedi ao departamento de Segurança Interna para avaliar esta questão e determinar o rumo a seguir”, disse. Vários estados norte-americanos rejeitaram os pedidos desta comissão sobre “integridade eleitoral” e alegaram que os dados pedidos podiam ser utilizados para privar alguns eleitores do direito a votar. As informações pedidas pela comissão abrangiam vários dados, do número de segurança social a um histórico de votos.

A plataforma também esteve ‘debaixo de fogo’ por ter promovido o vídeo (por algum tempo) na sua página ‘trending’.

OYouTube veio a público reagir à polémica que resultou de um dos vídeos do youtuber Logan Paul onde era mostrada uma vítima de suicídio na floresta Aokigahara no Japão. O comunicado da plataforma da Google foi partilhado pela personalidade de internet Philip DeFranco, que afirma tê-lo recebido a partir de um “contacto” no YouTube.

“Os nossos corações estão com a família da pessoa que aparece no vídeo. O YouTube proíbe conteúdo violento ou sangrento publicada de forma chocante, sensacionalista ou desrespeitosa. Se o vídeo é gráfico, apenas pode permanecer no site quando apoiado numa base de documentário ou de educação e em alguns casos limitados a determinadas idades. Colaboramos cm grupos de segurança como a National Suicide Prevention Lifeline para providenciar recursos educacionais que estão incorporados no nosso YouTube Safety Center”, pode ler-se na publicação de DeFranco.

A resposta do YouTube ao caso está a ser visto pela maioria como insuficiente, sobretudo porque a plataforma acabou por desempenhar um papel crucial na disseminação do vídeo. Mesmo que tenha sido por breves momentos, o vídeo de Logan Paul acabou por estar destacado na página ‘trending’ da plataforma, o que levou a que mais pessoas fossem expostas ao respetivo conteúdo.

I just received an official statement from a contact at @Youtuberegarding the outrage and controversy around Logan Paul’s (now self-removed) “We found a dead body” top trending Youtube video.

I’ll save my personal comment for later. Just wanted to pass this along.

I just received an official statement from a contact at @Youtuberegarding the outrage and controversy around Logan Paul’s (now self-removed) “We found a dead body” top trending Youtube video.

I’ll save my personal comment for later. Just wanted to pass this along. pic.twitter.com/JNTQDMVvT4

i guess i’m just dumb as hell because this didn’t seem to say anything at all.

I just received an official statement from a contact at @Youtuberegarding the outrage and controversy around Logan Paul’s (now self-removed) “We found a dead body” top trending Youtube video.

I’ll save my personal comment for later. Just wanted to pass this along. pic.twitter.com/JNTQDMVvT4

This is resoundingly hollow when it had literally millions of views and was on the Trending tab, something they so clearly control and influence. Ridiculous statement from a platform that is increasingly finding itself mired in controversy like this under the current leadership.

Fonte: Miguel Patinha Dias

Categorias: DESTAQUE,Mundo Digital

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